
Depois de um vitória gigantesca contra o Criciúma, como explicar a derrota pelo mesmo 2 a 0 diante do Athletic, dentro do Jaconi?
São jogos com características completamente diferentes, mas o fato é que o Juventude não mereceu melhor sorte contra os mineiros. Em um primeiro tempo de pouca inspiração e lentidão na construção ofensiva, a equipe de Maurício Barbieri parecia não conseguir encontrar soluções. Diogo Barbosa e Aderlan até apareciam bem, Mandaca tentava pelo centro, mas faltava o ataque ser mais participativo.
Veio o segundo tempo e, mesmo com a melhora na produção ofensiva, faltou efetividade. Não dá para Diogo Barbosa perder uma chance tão clara, após lindo passe de Raí Silva. E, nos momentos cruciais da partida, o time falhou. No pênalti feito por Rodrigo Sam e no recuo para Jandrei.
Lá na frente, mesmo com o controle das ações, faltou caprichar mais no último terço. Uma derrota frustrante pelo cenário. Era mais uma oportunidade de abrir frente, de ganhar uma gordura importante. Agora, restando 10 rodadas, a briga continua intensa e com, pelo menos, seis times.
Cada partida requer uma atenção ainda maior em cada detalhe. A dor maior para o torcedor neste domingo está em ver a tabela e entender que uma grande chance escapou, até pelos tropeços de Novorizontino, Fortaleza e Criciúma.



