
O Juventude se despediu da Copa do Brasil com a sensação de que poderia ter ido mais longe. Mesmo diante de um gigante do futebol brasileiro, lutou até o último segundo, literalmente.
Depois de duas partidas equilibradas contra o Atlético-MG, o confronto se encaminhava para ser decidido nos pênaltis. E até seria o mais justo. Só que no futebol a justiça é muito relativa.
E, em um jogo de detalhes e poucas oportunidades claras, uma falha defensiva determinou a vaga atleticana. O Juventude pagou caro, e aos 49 minutos da segunda etapa. Gabriel Pinheiro foi tentar afastar para o lado, mas a bola acertou Nathan e ficou à disposição para Minda, isso tudo com o árbitro pronto para apitar o fim da partida.
Veio a frustração e a sensação de incredulidade pela forma como aconteceu o gol. Depois disso tudo, é importante frisar o que foi construído até aqui e o que ainda vem pela frente.
O Juventude, no fim das contas, sai da Copa do Brasil fortalecido para o grande objetivo da temporada, que é a Série B. Com mais alternativas no elenco, com outra grande atuação de Titi, que pouco vinha atuando, com uma estreia promissora de Amarilla e o retorno importante e gradual de Pablo Roberto. E, claro com a afirmação de Raí Silva, o grande nome da equipe na temporada.
Todas boas notícias diante de um final frustrante de Copa do Brasil. Há muita temporada ainda pela frente.





