
Um Juventude seguro, com repertório, jogadas ensaiadas e bem executadas. Os três pontos diante do Cuiabá foram fruto de um trabalho coletivo praticamente perfeito.
A satisfação citada pelo técnico Maurício Barbieri na coletiva pós-jogo é natural por conta de um trabalho que mostra evolução, seja individual ou coletiva. MP, que começou a temporada disperso em muitos jogos, hoje luta por cada posse de bola e ganhou confiança. A mesma confiança que fez Safira novamente balançar as redes.
O gol que abriu o placar foi fruto de uma jogada ensaiada, com direito a bloqueio na marcação e uma batida perfeita de Raí Silva. Aliás, o meia merece um destaque especial. Depois de ficar de fora do Gauchão, ele foi crescendo e hoje é o dono do meio-campo, da criação. Mas não deixa de dar carrinho, de roubar bolas no campo ofensivo e ter uma participação efetiva durante toda a partida. É, neste momento, o grande nome do Juventude.
Mas uma campanha de seis jogos de invencibilidade, e sem sofrer gols, não se constrói só com confiança e algumas boas individualidades. É fruto do coletivo, da concentração e da determinação de um time que sabe encontrar as soluções diante do que cada cenário pede.
Contra o Cuiabá, foi mais um jogo truncado, de muitas faltas e poucas oportunidades claras. Aí veio a efetividade e o treinamento. Bolas paradas ensaiadas que geram gols. E só aumentam a confiança no trabalho que tem sido feito.





