
Fazia tempo que eu não acompanhava um jogo com tamanha disparidade. De um lado, o Juventude, mesmo com desfalques, se impôs e tomou conta das ações, do primeiro ao último minuto. Do outro, a Ponte Preta, fragilizada, fora e dentro de campo, com uma defesa completamente perdida e um time sem ambição.
O resultado de 3 a 0, no Alfredo Jaconi, foi construído de forma natural. E poderia ter sido muito mais. Teve gol anulado, pênalti perdido de forma displicente por Alisson Safira, e muitas chances claras que poderiam ter sido convertidas caso o Ju tivesse um pouco mais de capricho ofensivo.
O mais importante era somar três pontos, e o time alviverde conseguiu com sobras, sem ser ameaçado. Mas, em uma manhã gelada de pouca presença de público no Jaconi, a impressão que ficou é de que o jogo poderia ter sido de uma goleada histórica.
É algo que volta a ser relevante para os próximos compromissos: o Juventude precisa ser mais letal e aproveitar as oportunidades que surgem. Seja de somar um pontinho fora ou de golear um adversário frágil, como foi o caso da Ponte.




