
Desde que retomou as atividades no departamento feminino, o Juventude tem, ano após ano, quebrado barreiras. Quando a meta parece inalcançável, as gurias jaconeras tem provado que não há limite para quem trabalha sério e de forma determinada.
Afinal, em três anos, o Juventude saiu da Série C para a Série A do Brasileiro. E, nesta temporada, conseguiu manter-se na elite, mesmo com um orçamento muito inferior aos rivais. No Estadual, já vinha batendo na trave. Em 2024, só foi eliminado das semifinais pelo Inter nos pênaltis. Desta vez, teve sorte melhor e acabou com a hegemonia Gre-Nal.
A partir deste domingo, as Esmeraldas vão duelar com as Mosqueteiras em busca do título gaúcho. Uma taça que já foi conquistada três vezes no Alfredo Jaconi no início dos anos 2000, em uma realidade muito diferente, onde o investimento e a visibilidade para a modalidade eram infinitamente menores.
Neste momento, para se consolidar entre os melhores do Brasil, só com um trabalho de excelência. É exatamente isso que a direção, a comissão técnica e as gurias do time jaconero têm protagonizado outra vez. Sob a batuta da coordenadora Renata Armiliato e do treinador Luciano Brandalise, a equipe se fortaleceu após o Brasileiro, com as chegadas de Dani Silva e Dani Ortolan, e vem, a cada temporada, subindo um degrau.
Até agora, é o Juventude que está garantido na elite em 2026. Mais do que isso: pode levantar taça e merece muito o apoio do torcedor jaconero no domingo, às 15h, no Alfredo Jaconi, no jogo de ida contra o Grêmio.
Da mesma forma como acontece no time adulto masculino, ver uma equipe do interior conseguir tamanho avanço é um feito e tanto para o futebol feminino alviverde.



