
Assim como aconteceu na última temporada, quando venceu São Paulo e Atlético-MG fora de casa, o Juventude conquistou resultados importantes como visitante na reta final do Brasileirão deste ano. Os triunfos contra Sport e Vasco recolocaram a equipe diretamente na briga para sair do Z-4.
Só que, ao mesmo tempo, o que foi fundamental para a permanência em 2024 foi outro fator, que também terá um peso ainda maior na disputa deste ano. Falo sobre vencer jogos daqueles "improváveis" no Alfredo Jaconi.
No ano passado, o Juventude bateu, por exemplo, os quatro grandes do Rio de Janeiro dentro de casa, além de superar o Corinthians. Na atual temporada, cumpriu com o dever de casa em confrontos diretos contra Sport e Vitória, além de derrotar Vasco, Corinthians, Ceará e Bragantino. O grande desafio é mostrar a força diante de um rival do G-4.
E a hora é agora. Quinta-feira, diante do Cruzeiro, o time de Thiago Carpini chega embalado, confiante e, mesmo com toda a qualidade do rival, terceiro colocado da tabela, já mostrou ter condições de fazer aquele jogo acima da média e colar de vez nos rivais que estão a sua frente.
Nesta reta final, o Alfredo Jaconi é novamente o principal trunfo do Juventude. Se conseguir superar Cruzeiro, Bahia e Santos, a possibilidade de se manter na elite aumenta demais.



