
Para gostar de aprender...
Em seu terceiro volume do Guia Prático do Português Correto, o professor Cláudio Moreno promove uma intersecção entre as regras gramaticais e as de urbanidade, ou seja, que são seguidas por aqueles que quiserem ser polidos. Nesse caso, você pode usar como quiser, uma convenção de educação, tipo aquela de oferecer o lugar no ônibus às damas.
Sendo assim, vamos a pergunta: o eu pode vir primeiro? Moreno responde: “quando falamos de alguma coisa ruim, colocamos educadamente o eu antes do resto (‘Eu, Fulano e Beltrano fomos considerados culpados pela invasão da Reitoria’); quando falamos de alguma coisa boa, é de bom-tom deixar o eu para o fim (‘Fulano, Beltrano e eu fomos premiados no concurso’).” O exemplo é neutro, mas que em 2026 o eu venha sempre por último, não por modéstia forçada, mas porque estará naturalmente acompanhado de boas notícias, conquistas e motivos de celebração.
.
Zoom

A fashionista Karine Lazarotto Gomes ainda contabiliza elogios pela criativa árvore de Natal que figurou durante a temporada festiva de 2025 na vitrine de sua Aterriza Flat Shoes. Karine também celebra o sucesso das colaborações que movimentaram o ano em parceria com as grifes de Beatriz Martins, Martina Cambruzzi e Veronica Pereira Bassanesi.
.


.
Leia Mais

Em férias pelo litoral catarinense, entre Florianópolis e Balneário Piçarras, a professora de Língua Portuguesa e Redação e também sommelière Morgana Säge, conhecida por seu talento em cativar alunos espalhados pelos quatro pontos cardeais, foi convidada pela coluna para compartilhar seis leituras obrigatórias em 2026 para recarregar repertório com equilíbrio entre três autores e três autoras, três ficções e três não-ficções. Confira os títulos a seguir:
- Análise, de Vera Iaconelli
- Tudo é rio, de Carla Madeira;
- A ridícula ideia de nunca mais te ver, de Rosa Montero;
- Por quem os sinos dobram, de Ernest Hemingway;
- 21 lições para o século 21, de Yuval Harari;
- Infocracia: Digitalização e a crise da democracia, de Byung-Chul Han.




