
Gabriela Fuhr Gazzola desde muito cedo vislumbrou o universo legítimo da saúde física e mental. Graduada em Direito, a caxiense filha de Luís Henrique Gazzola e Carla Fuhr Gazzola, que no próximo dia 22 celebra 37 anos, já defendeu leis, plantou árvore, andou pelos quatro pontos cardeais e escreveu o livro Viagem ao centro do Ser: Uma jornada de autenticidade e liberdade. Hoje radicada em São Francisco, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, atua como yoga terapeuta, escritora e facilitadora de bem-estar. Descubra mais sobre a personalidade de Gabriela nas entrelinhas desta entrevista.
O que é o bom da vida? Poder viver várias vidas em uma só, experienciando diferentes papéis rodeada de pessoas interessantes.
Ao lado de quem gostaria de ter sentado na época da escola? Não trocaria Maria Eduarda Horn e Flávia Scola por ninguém nesse mundo. Mas, se pudesse adicionar alguém, seria a minha mãe. Risadas infinitas seriam garantidas, e também é alguém que me inspira muito.
Como conheceu o yoga? O desejo de trocar de profissão me levou a estudar na Índia, em 2015. Esse foi o momento que transformou meu caminho e abriu a porta para uma nova forma de viver e servir.
Atualmente, qual teu estado de espírito? Em paz e renovada.
Com que mensagem encara o mundo? Coragem para escolher com o coração, fé para seguir em frente diante dos desafios da vida e a certeza de que estou sempre exatamente onde deveria estar.
Frase preferida: aqui e agora.
Gostaria de ter sabido antes que… errar faz parte do ser humano e que posso pegar mais leve comigo mesma.
Qual herói preferido na ficção Pocahontas me inspirou muito na infância.
Um mal necessário? As despedidas.
O que mais ama na vida? Criar conexões genuínas com pessoas, lugares, natureza e com o divino.
O que te entristece? Ver uma sociedade desconectada de si.
O que tem sabor de Brasil? Abraços apertados que só a gente sabe dar.
O que tem sabor de infância? Subir em árvores e a cuca feita pela minha avó, Eleusa Pires Fuhr (in memoriam), que a minha tia Márcia Fuhr sabe reproduzir perfeitamente.
Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa? Saudade, indiscutivelmente.
Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse uma obra? Cirurgia no cérebro quando morava na Índia que me deu uma segunda chance de viver. Título: Renascimento, ou talvez Vamo dá-lhe que ainda tem muito pela frente!

Quais experiências internacionais foram mais transformadoras? Nossa, foram tantas! Morar aos pés dos Himalayas foi incrivelmente transformador; perder a memória viajando sozinha no Vietnã; conviver com personalidades do mundo do yoga que admiro há anos, tanto na Índia quanto aqui nos EUA; difícil escolher uma só!
Qual talento mais gostas de ter? A resiliência que conquistei e a habilidade de ver a vida por diferentes perspectivas são talentos que transformam qualquer desafio em aprendizado.
Que pedido faria ao gênio da lâmpada? O poder de me teletransportar, para poder estar com a família em momentos especiais, ou em um domingo qualquer para um churrasco do meu pai. E poder dar um pulinho na Índia volta e meia.
Se não fosse yoga terapeuta e escritora, que profissão teria? Psicóloga.
Um ditado popular: “Depois da tempestade, vem a bonança”.
Um fenômeno no mundo? A gargalhada.
Um hábito que não abre mão? Meditar.
Um lugar na Terra? Rishikesh.
Tops
- Álbum de música favorito: “The Miseducation of Lauryn Hill”.
- Filme que mais gosto: “Comer, Rezar e Amar” (2010), de Ryan Murphy.
- Hobby: Escrever, viajar e caminhar perto do mar.
- Coleção de: Pores/nasceres do sol e momentos bem vividos.
- Rede social: Instagram (@gabigazzola).
- Cidade: Rio de Janeiro.
- Prazer sem peso na consciência: brigadeiro de panela.



