
O vice-prefeito de Caxias do Sul, Edson Néspolo, cumpre agendas em Brasília nesta terça (1) e quarta-feira (2) para tratar de projetos em andamento no governo federal.
Na Secretaria de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos, o assunto foi o andamento das obras do aeroporto de Vila Oliva. Também houve agenda no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para acelerar a reserva de recursos para o viaduto da BR-116 com a Perimetral Norte. O prazo atual é novembro.
Nesta quarta, Néspolo se reuniu com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, acompanhado do deputado federal Paulo Pimenta (PT), e protocolou os projetos de dois pórticos nos acessos de Vila Cristina e Forqueta, com investimento estimado em R$ 10 milhões.
Antes de retornar a Caxias, há a possibilidade de o vice-prefeito se encontrar com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Sistema antigranizo
Será lançado nesta quinta-feira (3), na Expointer, o edital de chamamento para apoio à manutenção e operação do sistema antigranizo que está sendo articulado por Caxias do Sul e outros municípios da Serra. O ato ocorre às 15h, no estande do governo do Estado. Atualmente, 14 municípios já aderiram à iniciativa e outros 10 demonstram interesse em participar em uma segunda fase.
O sistema prevê investimento de cerca de R$ 15 milhões para implantação, com recursos do Fundovitis e aporte superior a R$ 6 milhões da Sicredi Serrana. A manutenção ficará a cargo dos municípios, com previsão de cerca de R$ 3 milhões anuais já aprovados pelo fundo a partir de 2027.
O modelo utilizará aproximadamente 130 unidades com geradores de solo à base de iodeto de prata para reduzir a formação de granizo.
Agergs nega ressarcimento à CSG
A Agergs, agência que regula serviços concedidos no Estado, não aceitou pedido apresentado pela concessionária CSG para ressarcimento de valores relativos à inadimplência no sistema Free Flow.
A decisão unânime foi tomada após a concessionária e o governo do Estado firmarem um Termo de Ressarcimento Cautelar de R$ 6,7 milhões, equivalente a 97,8% dos R$ 6,85 milhões reivindicados pela empresa referentes ao período entre março de 2024 e janeiro de 2026.
Relator do processo, o conselheiro Alexandre Porsse destacou que o acordo depende de auditoria independente para revisar os valores da compensação. A Agergs também rejeitou o pedido cautelar para pagamento imediato do saldo remanescente de R$ 149 mil, por entender que não ficou demonstrado risco iminente de dano que justificasse a medida.
A agência reconhece que a concessionária tem direito a ressarcimento, apesar da divergência de valores.

