
A jornalista Renata Oliveira Silva colabora com o colunista André Fiedler, titular deste espaço.
A segunda audiência pública para a revisão do Plano Diretor de Caxias do Sul reuniu nesta sexta-feira (7) representantes de diferentes segmentos da sociedade no auditório do Ministério Público.
O encontro teve como objetivo conhecer experiências de outras cidades e discutir caminhos para a atualização do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PPDI) do município. A primeira audiência sobre o tema ocorreu em junho, na Câmara de Vereadores.
Durante a reunião, foram apresentadas experiências de Porto Alegre, com a participação de profissionais envolvidos na revisão do Plano Diretor da Capital.
A prefeitura destacou a importância de considerar questões como desenvolvimento econômico, mobilidade urbana, preservação ambiental, qualidade de vida e os impactos das mudanças climáticas no planejamento da cidade.
Já o secretário interino de Planejamento e Parcerias Estratégicas, Antonio Feldmann, avaliou o encontro como uma importante troca de experiências e ressaltou que Caxias deve buscar referências de outras cidades brasileiras e também do exterior. Segundo ele, a intenção é construir um plano moderno, que incentive investimentos e o desenvolvimento econômico, mas também priorize espaços de lazer, cultura, turismo, meio ambiente e qualidade de vida.
A prefeitura reforçou ainda que a revisão deve contar com ampla participação da comunidade e não ficar restrita ao poder público. O próximo encontro está marcado para o dia 3 de setembro, no auditório da OAB Caxias.
Demandas da indústria da Serra para o governo federal
Mesmo com o cancelamento da reunião-almoço da última quinta-feira (6) com a participação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, a CIC Caxias encaminhou ao governo federal um documento com as principais demandas da indústria na Serra.
Entre os pedidos estão a manutenção dos investimentos em infraestrutura, especialmente nas BRs 116 e 470 e no Aeroporto Regional da Serra Gaúcha, apoio às empresas afetadas pelas tarifas dos Estados Unidos, atenção à regulamentação da Reforma Tributária, medidas para reduzir os impactos das apostas eletrônicas e ações para fortalecer a vitivinicultura diante do acordo Mercosul-União Europeia.
A entidade reforça que os pleitos buscam ampliar a competitividade da indústria brasileira.

