
O vereador Sandro Fantinel já tem a anuência para deixar o PL. A saída já vinha sendo construída e o documento foi assinado pelo presidente municipal do partido, Maurício Marcon, e pelo mandatário estadual, Giovani Cherini.
Fantinel diz que pretende decidir no fim de semana a sigla a que irá se filiar. Nos bastidores, fala-se em conversas avançadas com o Republicanos. A data para filiação ao novo partido não está definida.
O vereador dizia procurar um partido que proporcione autonomia e segurança. A mudança, segundo ele, é para minimizar o que chamou de "momento conturbado" que vive. Uma referência aos desdobramentos que ainda existem em função da declaração a respeito dos baianos.
A saída de Fantinel será a segunda baixa da bancada do PL na Câmara em pouco tempo, já que Hiago Morandi trocou o partido pelo Novo no início do mês. Com isso o partido ficará com Daiane Mello, Pedro Rodrigues e Capitão Ramon. Se a ida do vereador ao Republicanos se confirmar, a bancada da sigla também ficará com três cadeiras e se tornará, ao lado de PT e PL, uma das maiores da Câmara.
A troca de partido pode ocorrer neste momento porque Fantinel não será candidato nas eleições de outubro. Para isso, no entanto, a anuência do PL era obrigatória por exigência da legislação.
Parque automotivo em Forqueta (ou não)
O vereador Pedro Rodrigues (PL) ocupou a tribuna da Câmara nesta semana para anunciar que a destinação de uma área do Jockey Clube para a implantação do Parque Automotivo. Segundo ele, o espaço terá 23,5 hectares e receberá também um parque urbano em torno da pista de arrancada.
A prefeitura admite que avalia a área do Jockey, mas afirma que ela é uma alternativa entre várias que são estudadas. O martelo, portanto, ainda não foi batido.
Para lembrar: em julho do ano passado, chegou a ser anunciada uma área às margens da Rota do Sol, no bairro Santa Fé para a implantação do parque. A escolha na época, ocorreu em função da inviabilidade da implantação junto ao Parque Rural, em Vila Seca.
Sindiserv participa de ato em Brasília

Na última quarta-feira (15), um dia depois do governo Lula encaminhar ao Congresso o projeto que prevê o fim da escala 6x1, com redução da jornada sem corte salarial, entidades sindicais ocuparam as ruas de Brasília. O ato teve o objetivo de pressionar o Congresso pela aprovação do texto. O Sindicato dos Servidores de Caxias (Sindiserv) participou com uma delegação de diretoras e diretores.
A presidente da entidade, Silvana Piroli, esteve entre os participantes. Além da redução de 44 para 40 horas semanais, a reivindicação também envolveu o fim da terceirização em atividades-fim, melhoria das condições de trabalho e a revogação das reformas trabalhista e previdenciária.





