
Nesta temporada, o Atlântico ampliou medidas contra o racismo. No primeiro jogo realizado no Caldeirão do Galo em 2025, a direção do clube aproveitou para iniciar um protocolo de conscientização sobre a descriminação.
Além das frases antirracistas espalhadas pelo ginásio, o protocolo de jogo foi alterado para alertar os presentes. Durante a partida, várias locuções chamam a atenção para os dados de injúria racial.
Caso algum jogador ou torcedor denunciar um ato racista no Caldeirão do Galo, os seguranças fecharão as portas do local imediatamente até que o indivíduo seja localizado e identificado.
Medida tomada após semifinal do Gauchão de Futsal
O Atlântico ampliou as medidas depois que um de seus atletas, o goleiro João Paulo, foi alvo de injúria racial na partida contra o Guarany, em Espumoso. O jogo, válido pela semifinal do Gauchão de Futsal de 2024, foi paralisado depois que o Galo se recusou a retomar o duelo, já que o autor não havia sido identificado.
Nos tribunais, o time de Erechim chegou a ser eliminado da competição, mas reverteu a decisão para que o jogo terminasse em uma quadra neutra. No entanto, a direção do clube se negou a jogar, uma vez que a continuidade da partida iria contra os ideais da entidade, que luta contra o racismo.





