
Cinco italianos morreram em um acidente de mergulho nas Maldivas, informou o Ministério de Assuntos Exteriores do país.
A cadeia de ilhas de coral é um destino turístico de luxo muito popular entre os mergulhadores por seus complexos remotos e barcos de mergulho com alojamentos a bordo.
"Após um acidente ocorrido durante uma saída de mergulho, cinco cidadãos italianos morreram no atol de Vaavu, nas Maldivas", informou o ministério das Relações Exteriores italiano em uma declaração curta na quinta-feira (14).
"Acredita-se que os mergulhadores tenham morrido quando tentavam explorar cavernas a uma profundidade de 50 metros", acrescentou a nota.
Trabalhadores locais disseram que este foi o pior acidente de mergulho já registrado neste país, formado por 1.192 ilhas de coral, dispersas por aproximadamente 800 km através do equador no oceano Índico.
— A caverna é tão profunda que mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se aventuram a entrar — disse o porta-voz da presidência das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef.
Segundo o g1, o governo das Maldivas enviou navios, mergulhadores e ajuda internacional para uma grande operação de busca pelos corpos.
Entenda o que aconteceu
Conforme a imprensa local, o grupo de italianos entrou na água para mergulhar próximo de Alimathaa, uma das ilhas das Maldivas, na manhã de quinta-feira (14). Eles foram dados como desaparecidos após não retornarem à superfície.
Na ocasião, as condições climáticas eram descritas como desfavoráveis, e havia alerta amarelo de mau tempo em vigor.
Vítimas
Entre as vítimas estão Monica Montefalcone, professora da Universidade de Gênova, Giorgia Sommacal, estudante de Engenharia Biomédica, Muriel Oddenino di Poirino, pesquisadora de Turim, e os instrutores de mergulho Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri.



