Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
- Presidente do Líbano falou com Trump e agradeceu seus "esforços" para alcançar cessar-fogo -
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, manteve nesta quinta-feira (16) uma conversa por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a qual agradeceu seus "esforços" para alcançar um cessar-fogo com Israel, informou a presidência libanesa.
"O presidente Aoun reiterou seu agradecimento pelos esforços que Trump está realizando para alcançar um cessar-fogo no Líbano e assegurar uma paz e estabilidade duradouras, como prelúdio para que se concretize um processo de paz na região", afirmou a presidência em um comunicado.
- Presidente do Líbano rejeitou uma "ligação direta" com Netanyahu -
O presidente libanês, Joseph Aoun, rejeitou um pedido americano para manter uma "ligação direta" com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, informou uma fonte oficial libanesa à AFP.
"O presidente libanês rejeitou uma ligação direta com Netanyahu" e informou essa decisão ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, acrescentou a fonte, que afirmou que os Estados Unidos "entenderam a posição" do Líbano.
Trump anunciou na quarta-feira (15) que "líderes" de Israel e do Líbano conversariam nesta quinta-feira.
A ministra israelense da Inovação, Gila Gamliel, indicou que a ligação se concretizaria. "O primeiro-ministro falará pela primeira vez com o presidente do Líbano depois de tantos anos de uma ruptura total do diálogo entre os dois países", declarou a uma rádio local.
- Líbano afirma que destruição israelense de uma ponte isolou área ao sul do rio Litani -
O Exército libanês afirmou que os ataques israelenses que destruíram a ponte de Qasmiyeh sobre o rio Litani, no sul do Líbano, isolaram a área do resto do país.
"No contexto da atual agressão israelense contra o Líbano, a ponte costeira de Qasmiyeh-Tiro foi atacada e destruída, com o objetivo de separar a área ao sul do Litani daquela ao norte e isolá-la", declarou o Exército em um comunicado.
O Exército israelense disse na quarta-feira ter ordenado que uma área de cerca de 30 quilômetros desde a fronteira sul do Líbano até o rio Litani fosse transformada em uma "zona de extermínio" do grupo pró-Irã Hezbollah.
- Negociações diretas do Líbano com Israel são um "grave erro", diz deputado do Hezbollah -
O deputado do Hezbollah Hussein Hajj Hassan disse à AFP que a decisão do governo libanês de iniciar negociações diretas com Israel é um "grave erro" e instou Beirute a deixar de fazer concessões.
"As negociações diretas com o inimigo são uma enorme desgraça e um grave erro (...) e não servem a nenhum interesse do país", afirmou.
- Israel adverte que, se Irã rejeitar plano dos EUA, haverá ataques "ainda mais dolorosos" -
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou nesta quinta-feira que, se o Irã rejeitar uma proposta americana na qual lhe é exigido, entre outras coisas, renunciar ao "armamento nuclear", Israel lançará ataques "ainda mais dolorosos" contra novos alvos.
"O Irã se encontra em uma encruzilhada histórica: um caminho consiste em renunciar ao terrorismo e ao armamento nuclear, em conformidade com a proposta americana; o outro conduz a um abismo", afirmou o ministro durante uma cerimônia.
"Se o regime iraniano escolher a segunda opção", descobrirá muito rapidamente que Israel pode bombardear alvos "ainda mais dolorosos" do que os que já atingiu, acrescentou.
- EUA dizem que bloquearão os portos iranianos "pelo tempo que for necessário" -
Os Estados Unidos impedirão que qualquer embarcação entre ou saia dos portos iranianos no Estreito de Ormuz "pelo tempo que for necessário", declarou nesta quinta-feira o secretário de Defesa, Pete Hegseth, no quarto dia do bloqueio.
O chefe do Estado-Maior americano, general Dan Caine, esclareceu que o "bloqueio se aplica a todos os navios, independentemente de sua nacionalidade".
- Chefe do Exército paquistanês se reuniu com o presidente do Parlamento iraniano -
O chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, reuniu-se com o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, informaram os meios de comunicação estatais iranianos, em meio às negociações para uma possível retomada do diálogo entre Irã e Estados Unidos.
* AFP




