Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
- Paquistão prepara novas negociações -
"Esforços estão sendo feitos para levar as partes à mesa de negociações. Claro que queremos que retornem a Islamabad, mas o local ainda não foi determinado", declarou uma fonte paquistanesa à AFP, segundo a qual a reunião entre Estados Unidos e Irã "pode acontecer em breve".
- China promete "contramedidas" diante de ameaças tarifárias de Trump -
A China advertiu que adotará "contramedidas" se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implementar novas tarifas, como ameaçou fazer caso Pequim forneça ajuda militar ao Irã na guerra no Oriente Médio.
- China considera "irresponsável" bloqueio americano aos portos do Irã -
Washington "intensificou as operações militares e impôs um bloqueio seletivo, o que vai apenas exacerbar as tensões, enfraquecerá um acordo de cessar-fogo já frágil e comprometerá ainda mais a segurança da passagem no Estreito. É um comportamento perigoso e irresponsável", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun.
- Espanha quer mediação da China -
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, considerou, após uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, que a China pode desempenhar um papel "importante" para "encontrar vias diplomáticas que acabem com esta guerra" no Oriente Médio.
- China pede respeito integral à soberania dos Estados do Oriente Médio -
O presidente chinês, Xi Jinping, pediu respeito à soberania dos Estados do Oriente Médio e do Golfo, assim como ao direito internacional.
"A soberania, a segurança e a integridade territorial dos países do Oriente Médio e da região do Golfo devem ser plenamente respeitadas", afirmou durante uma reunião com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohammed bin Zayed Al Nahyan.
- Cotação do petróleo em queda -
Os preços do petróleo voltaram a ser negociados abaixo de 100 dólares por barril. Às 8h10 GMT (5h10 de Brasília), o West Texas Intermediate, referência do mercado norte?americano, operava em queda de 2,6%, a 96,52 dólares por barril. O Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, recuava 0,7%, a 98,62 dólares.
- Chanceler russo visita China -
O ministro das Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, chegou à China para uma visita de dois dias, durante a qual as duas potências devem estabelecer uma "coordenação", segundo Pequim, sobre temas como a guerra no Oriente Médio.
- Washington propôs a Teerã uma pausa de 20 anos no enriquecimento de urânio -
O governo dos Estados Unidos propôs ao Irã uma suspensão por 20 anos de seu programa de enriquecimento de urânio como uma das condições para encerrar a guerra, informou a imprensa americana, após o fracasso das negociações do fim de seamana.
A pausa de 20 anos seria acompanhada de um alívio das sanções, segundo o Wall Street Journal. O Irã teria proposto suspender suas atividades nucleares por cinco anos, informou o jornal The New York Times.
- Negociações entre Líbano e Israel -
Representantes libaneses e israelenses se reunirão nesta terça-feira em Washington, sob mediação dos Estados Unidos, para negociações preliminares diretas de paz, mas as perspectivas de um acordo parecem escassas.
Na segunda-feira, o líder do grupo pró-Irã libanês Hezbollah, Naim Qasem, pediu o "cancelamento" do encontro, por considerar que as negociações equivalem a uma "capitulação".
- Papa deveria "limitar-se a questões morais", diz Vance -
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou na segunda-feira que o Vaticano deve "limitar-se a questões morais" em meio à disputa cada vez mais intensa entre o presidente Donald Trump e o papa Leão XIV sobre o Irã.
"Sem dúvida, acredito que, em alguns casos, o melhor para o Vaticano seria limitar-se a questões morais... e deixar que o presidente dos Estados Unidos fique responsável por determinar a política pública americana", declarou Vance ao canal Fox News.
O papa Leão XIV disse que não teme as críticas de Trump e reivindicou seu "dever moral" de pronunciamento contra a guerra.
* AFP





