Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
- Hezbollah reivindica disparo de míssil -
O grupo libanês pró-Irã Hezbollah anunciou nesta sexta-feira (10) que lançou mísseis contra uma base naval militar na cidade de Ashdod, no sul de Israel, em "resposta" aos bombardeios de quarta-feira no Líbano, que causaram mais de 300 mortos.
Acrescentou que "essa resposta continuará até que a agressão pare".
- Incerteza sobre negociações -
O início das negociações entre iranianos e americanos, previstas para este fim de semana em Islamabad, é incerto, já que não foi confirmada a chegada das delegações.
O presidente americano, Donald Trump, acusa Teerã de não respeitar a trégua e, na quinta-feira, advertiu que "é melhor que não" cobrem pedágio dos navios que cruzam o Estreito de Ormuz.
O Paquistão espera que as conversas ocorram e "criou uma equipe de especialistas para assessorar ambas as partes nas negociações sobre questões de navegação marítima, energia nuclear e outros temas", explicou uma fonte diplomática que pediu anonimato.
- Pressão diplomática para evitar bombardeios no Líbano -
Países árabes e europeus exercem pressão sobre Israel para evitar a retomada de seus ataques em Beirute, após os bombardeios mortais de quarta-feira, indicou um diplomata ocidental nesta sexta-feira à AFP.
- Cruz Vermelha envia ajuda -
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) enviou um comboio de ajuda de emergência ao Irã a partir da Turquia para responder a uma "situação humanitária desesperadora", segundo a organização.
- ONU alerta para insegurança alimentar no Líbano -
A ONU alertou para o rápido aumento da insegurança alimentar no Líbano, afetado pela guerra que se intensificou na região.
- Refinaria paralisada na Arábia Saudita -
O grupo petrolífero francês TotalEnergies anunciou ter suspendido a atividade da refinaria de Satorp, na Arábia Saudita, danificada em ataques na noite em que foi anunciada a trégua entre Irã e Estados Unidos.
- Espanha pede ao Irã para negociar de boa-fé -
A Espanha pediu ao Irã que participe "de boa-fé" das negociações com os Estados Unidos e que interrompa seus ataques contra outros países, disse o ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, após falar com seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi.
- Unidades ucranianas derrubam drones iranianos no Golfo -
As unidades enviadas em março por Kiev ao Oriente Médio já derrubaram drones iranianos em "vários" países da região, afirmou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
- Papel discreto da China na trégua -
Embora o Paquistão atue como mediador entre Estados Unidos e Irã, foi a China que convenceu Teerã a aceitar um cessar-fogo, disse uma fonte oficial paquistanesa.
"Pediu-se à China que seja garante. O Irã quer um garante" e a China é "a mais bem posicionada" para assumir esse papel, afirmou outra fonte diplomática.
- Sirenes em Israel após disparo de foguetes do Líbano -
Sirenes de alerta soaram na madrugada desta sexta-feira em todo Israel, incluindo Tel Aviv e a cidade costeira de Ashdod, informou o Exército após o lançamento de foguetes do Líbano.
- Petróleo abaixo de 100 dólares -
Os preços do petróleo permanecem abaixo do patamar de 100 dólares.
Às 11h15 (8h15 em Brasília), o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência americana, subia 0,1% (97,96 dólares), enquanto o Brent, referência global, permanecia estável (95,92 dólares).
- Impacto na economia da Ásia -
O Banco Asiático de Desenvolvimento advertiu que a guerra no Oriente Médio deve afetar as economias asiáticas neste ano e no próximo, ao mesmo tempo em que prevê desaceleração do crescimento para 5,1% na região mais populosa do mundo.
* AFP

