
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que "praticamente não resta nada para atacar" no Irã e que o conflito terminará "em breve", em entrevista telefônica ao site de notícias Axios.
— Assim que eu quiser que isso pare, vai parar — acrescentou Trump.
Na segunda-feira (9), após um fim de semana intenso de bombardeios, o republicano afirmou que o fim poderia chegar "em breve". Trump tem enviado repetidas mensagens contraditórias sobre o calendário e os objetivos da guerra. Ele enfrenta pesquisas desfavoráveis no âmbito interno e temores sobre a perturbação da economia mundial decorrente da operação americano-israelense contra o Irã.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira que "esta operação continuará sem limite de tempo, enquanto for necessário, até que alcancemos todos os objetivos". O Irã respondeu com ataques, embora muito menos intensos do que no início do conflito, e com declarações desafiadoras, após escolher um novo líder supremo, o filho de Ali Khamenei, morto em ataque em 28 de fevereiro.
Estados Unidos e Israel deveriam "considerar a possibilidade de que se vejam envolvidos em uma guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial e fará com que todas as suas capacidades militares se desgastem até o ponto da destruição", declarou Ali Fadavi, assessor do comandante-em-chefe da Guarda Revolucionária, à televisão estatal.


