Uma escola para meninas na província de Hormozgán, no sul do Irã, foi atingida pelos ataques israelenses em conjunto com Estados Unidos na manhã deste sábado (28), causando a morte de ao menos 85 pessoas, segundo balanço inicial. Neste domingo (1º), a mídia estatal iraniana informou que o número de mortos subiu para 165. A agência de notícias estatal Irna citou um promotor local dizendo que outras 96 pessoas foram feridas.
Dezenas de pessoas ficaram feridas no ataque, de acordo com a agência de notícias estatal Irna. Não foram fornecidas informações sobre as vítimas.
O exército israelense disse que não estava ciente de nenhum ataque na área, e o exército dos EUA afirmou que estava investigando os relatos.
Ataque ao Irã
Conforme informações do jornal britânico The Guardian, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã possui uma base em Minab.
Retaliação do Irã com mísseis
O Irã respondeu aos ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o país na madrugada deste sábado.
A Guarda Revolucionária iraniana confirmou ataques em esconderijos militares de Israel e contra bases americanas em Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos, onde uma pessoa acabou morrendo em Abu Dhabi, a capital do país.
Mais cedo, o exército israelense informou ter detectado vários projéteis lançados pelo Irã em resposta aos bombardeios. Uma mensagem de alerta foi enviada com urgência aos celulares da população, orientando as pessoas a se abrigarem. "Uma nova salva de mísseis foi lançada contra o Estado de Israel. Pede-se à população que siga as instruções do Comando da Frente Interna e permaneça em espaços protegidos até novo aviso", comunicaram as Forças Armadas israelenses.
Líderes iranianos eram alvos
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, foram alvos de ataques dos EUA e de Israel neste sábado, informou a TV estatal israelense Kan. Entretando, ainda não se sabe os resultados do atentado.









