
Secretária de Justiça do governo Donald Trump, Pam Bondi afirmou nesta quarta-feira (19) que os arquivos do caso Jeffrey Epstein serão liberados em até 30 dias. Na terça-feira (18), o Congresso dos Estados Unidos aprovou lei que exige a publicação dos documentos.
Apesar da aprovação no Congresso, Donald Trump ainda precisa sancionar a lei. Antes, contrário à divulgação dos documentos, o republicano mudou de posição nesta semana e afirmou que não tem nada para esconder.
Responsável pela investigação que prendeu Epstein em 2019 por crimes sexuais contra menores de idade, o FBI é controlado pelo Departamento de Justiça – chefiado por Bondi. As informações são da Folha de S. Paulo.
— Continuaremos a seguir a lei e a priorizar a transparência — declarou Bondi.
Apesar de ter sido preso em 2019, Epstein morreu um mês depois na prisão. O caso foi tratado como suicídio.
Quem era Jeffrey Epstein
O empresário e investidor começou a carreira como professor de matemática e física da Dalton School, escola de elite em Nova York. Por indicação do pai de um aluno, ele conseguiu um emprego no banco de investimentos Bear Stearns em 1976.
Anos depois, se tornou sócio da empresa e, em 1982, fundou sua própria companhia de investimentos, a J. Epstein and Co.
Epstein se aproximou de grandes nomes da elite dos Estados Unidos, incluindo Donald Trump — na época influente empresário sem envolvimento direto com a política — e o político democrata Bill Clinton. Além disso, ele também tinha relações com o Príncipe Andrew, acusado de ter abusado de menores de idade.



