
O promotor de Justiça Rogério Rudiniki Neto, de 35 anos, morreu na quarta-feira (9). A causa da morte não foi divulgada. Rogério integrava Ministério Público do Paraná desde 2017. Ele era mestre em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutorando em Direito pela Universidade de São Paulo (USP).
Rudiniki Neto foi professor, pesquisador e orientador de trabalhos jurídicos. Também foi autor de livro, artigos e capítulos de obras jurídicas. A morte do profissional provocou manifestações de pesar.
"Rogério Rudiniki Neto deixa saudade entre familiares, amigos, colegas e tantas pessoas que tiveram a oportunidade de conhecê-lo e conviver com ele. Neste momento de dor, o Ministério Público do Paraná se une a todos que sentem sua partida e guarda com carinho e respeito a memória de um Promotor de Justiça que dedicou seu trabalho à Justiça e à sociedade", diz publicação no Instagram.
Também em nota, a Associação Paranaense do Ministério Público lamentou a perda:
"Uma pessoa querida, cuja ausência será profundamente sentida por todos nós".
A Faculdade de Direito da USP também se manifestou nas redes sociais:
"Rogério, doutorando, era excelente aluno, ótimo pesquisador e uma pessoa extremamente dócil e amistosa no convívio diário", escreveu o professor e orientador Ricardo de Barros Leonel.
Segundo a publicação do Ministério Público estadual, Rogério Rudiniki Neto tomou posse em 2017, após aprovação em concurso público para o qual se inscreveram mais de 6 mil candidatos, e construiu sua trajetória profissional em diferentes comarcas do Estado, como Lapa, Antonina, Realeza e Imbituva. Em Goioerê, permaneceu por mais de três anos antes de assumir a Promotoria de Justiça de Paranaguá, em outubro de 2025, onde atuava até então.
"Por onde passou, deixou marcas de seu trabalho, de sua dedicação e, sobretudo, de sua maneira próxima de se relacionar com as pessoas", completou a manifestação da instituição.

