
Morreu no dia 9 de janeiro, aos 50 anos, Rafael Paganini, diretor executivo do Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), servidor do município de Guaíba e presidente estadual do partido Solidariedade. Ele estava em São Paulo a trabalho, onde sofreu um infarto.
Natural de Porto Alegre, onde nasceu em 23 de abril de 1975, Paganini construiu sua trajetória profissional entre a administração pública e a atuação política. Advogado de formação, exerceu funções no serviço público municipal de Guaíba e, nos últimos anos, ocupava a direção executiva da Granpal, entidade que reúne municípios da Região Metropolitana.
No campo político, era presidente estadual do Solidariedade no Rio Grande do Sul. Em nota, o partido destacou a atuação “ética, firme e dedicada” do dirigente, ressaltando o compromisso com o interesse público e o legado deixado junto à legenda.
A Prefeitura de Guaíba também manifestou pesar pela morte do servidor, solidarizando-se com familiares e amigos.
Amigos destacam que Paganini era conhecido pela disposição em ajudar e pela lealdade nas relações pessoais. O publicitário Arthur Lencina, amigo próximo e companheiro de convivência por mais de 20 anos, afirmou que ele era reconhecido pela generosidade, pela capacidade de acolher e pela dedicação à família, especialmente aos filhos.
Rafael Paganini deixa a esposa, Simone Paganini, os filhos Rafaelly Paganini, Bruno e Pedro, além de familiares e amigos.
*Produção: Juliano Lannes
