
A moradora do apartamento que explodiu na tarde desta segunda-feira (22) em um condomínio em Cachoeirinha, próximo ao limite com Gravataí, na Região Metropolitana, teve pelo menos 50% do corpo queimado. Ela segue internada na Central de Terapia Intensiva (CTI), do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.
Segundo a Polícia Civil, a mulher reside no local junto com o marido, que não estava em casa no momento da explosão. A ocorrência foi registrada por volta das 16h30min no condomínio Morada do Vale, no bairro Parque da Matriz. Uma segunda vítima, que inalou fumaça, já foi liberada.
Conforme o delegado Ernesto Prestes, o casal havia contratado um serviço de impermeabilização de um móvel. As janelas do apartamento estavam abertas durante a realização.
Entretanto, em determinado momento, a mulher acendeu a chama do fogão, o que provocou a explosão seguida de incêndio. O fogo causou danos na torre do edifício e em janelas das torres vizinhas.
O apartamento onde a explosão ocorreu foi completamente destruído. Ainda segundo a Polícia Civil, após uma interdição, os moradores dos outros apartamentos foram liberados para retornar nesta terça-feira (23).
A polícia segue em diligências, recolhendo depoimento de testemunhas. Os responsáveis pela empresa que aplicou o material inflamável ainda devem ser ouvidos.


