
A decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de aceitar o cargo de ministro da Casa Civil, o que deve significar mudanças na política econômica do governo Dilma, pode resultar na saída do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
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Segundo a publicação, Tombini não pretende permanecer no cargo a se confirmar a opção por alterações bruscas na condução da economia. As especulações são de que Lula defende a redução da taxa básica de juros e a venda de parte das reservas internacionais como forma de obter recursos para financiar o plano de "reanimação nacional" atribuído ao ex-presidente.
No Planalto, haveria desconforto em relação ao presidente do Banco Central por ele não estar, na avaliação do governo, adotando as medidas mais adequadas para minimizar o quadro de recessão enfrentado pelo país.
Reunião em andamento
O ex-presidente Lula está reunido com a presidente Dilma na manhã desta quarta-feira para discutir detalhes sobre o seu ingresso no governo. Uma das condicionantes que Lula teria colocado para aceitar o cargo seria a guinada na política econômica. O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participa do encontro.


