Enquanto o vice Michel Temer dizia que não pretende indicar nomes na reforma administrativa, peemedebistas afirmavam que, se o partido não ficar com mais de três ministérios, o melhor é sair de vez do governo. Na estrutura atual, o PMDB tem seis pastas, mas algumas correm o risco de ser fundidas.
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A tese é de que a legenda precisa ocupar um espaço proporcional à sua importância de fiadora da governabilidade. Isso significa pastas com orçamentos importantes, como Educação, Integração, Saúde e a nova de infraestrutura.
Não foi à toa a irritação dos caciques com a participação da ministra Kátia Abreu (Agricultura) na articulação durante o final de semana. Cristã nova no PMDB, ela é mais Dilma do que Temer e Renan Calheiros (AL). Nesta terça-feira, é essa dupla que comanda o espetáculo.
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