
Nesta sexta-feira (27), faltarão 300 dias para os Jogos de Tóquio. Até 24 de julho de 2020, milhares de atletas viverão momentos de tensão, passarão da euforia à decepção em segundos. Assim é o esporte. A conquista de uma medalha olímpica tem valor inestimável, porque ela é fruto de árduo trabalho, de dedicação 24 horas, da privação de muitas coisas consideradas comuns no dia a dia de qualquer pessoa.
No Brasil, estamos encerrando o primeiro ciclo pós-Jogos do Rio 2016, quando milhões de reais foram investidos para a construção de arenas e para levar os atletas brasileiros ao maior número de pódios possível. O objetivo era o 10º lugar no quadro geral de medalhas, mas acabamos ficando em 13º, o que não significa que o planejamento tenha fracassado.
Mesmo sem ficar entre as 10 maiores potências, o Time Brasil superou Espanha, Cuba, Nova Zelândia e Canadá, por exemplo. Foram ganhas medalhas em 11 modalidades, nomes como Isaquias Queiroz, Felipe Wu, Robson Conceição e Thiago Braz se juntaram à galeria composta por Mayra Aguiar, Robert Scheidt e tantos outros, sem contar modalidades coletivas.
Em julho e agosto, o esporte brasileiro comemorou grande desempenho no Pan de Lima, com a segunda posição no quadro geral de medalhas, atrás apenas dos Estados Unidos. O resultado não é garantia de muitos pódios no Japão, mas é animador, tanto que o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley, acredita que o desempenho em Tóquio será superior ao do Rio.
Esse, aliás, é apenas um dos pontos que abordei com ele em entrevista que será apresentada neste sábado (28), às 13h30min, no programa Gaúcha2020, na Rádio Gaúcha, e em GaúchaZH.
