
O Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística foi encerrado, neste domingo (9), com Flávia Saraiva conquistando duas medalhas de ouro.
Medalhista olímpica e um dos grandes nomes da seleção brasileira, a ginasta do Flamengo (RJ) levou os títulos da trave e do solo.
Na trave, ela liderou com 13.866 e comemorou o bicampeonato, superando Gabriela Barbosa (Pinheiros-SP), que fez 13.266 e levou a prata, e Gabriela Bouças, sua colega de equipe, que obteve nota 13.100 e garantiu o bronze.
Pódio triplo do Flamengo

Ao som de “Homem com H” de Ney Matogrosso e “Asa Branca” de Luiz Gonzaga, Flavinha brilhou no solo. A nova coreografia valeu 13.833, nota que a coloca com chances de reais de disputar pódio no próximo Mundial.
O Flamengo ainda levou as medalhas de prata e bronze, com Júlia Coutinho (13.266) e Hellen Silva (13.200).
Pódios gaúchos

O Rio Grande do Sul comemorou mais dois pódios. Após as duas pratas e o bronze do Grêmio Náutico União, no sábado, a equipe unionista faturou uma prata, com Derrick Goulart nas barras paralelas, e a Sogipa levou um bronze, com Christian Dornelles no salto.
A prata de Derrick veio com nota 13.133, após boa apresentação. O campeão foi o experiente Caio Souza (Minas Tênis Clube-MG), que fez 13.966. Johnny Oshiro (Agith/São Caetano do Sul-SP), com 12.466 fechou o pódio. Luís Porto, do União, foi sexto colocado.
Christian Dornelles teve média de 13.399 no salto para garantir a única medalha sogipana. Ele foi superado por Yuri Guimarães (Agith/São Caetano), que fez 14.133, e João Perdigão (Pinheiros), com 13.616.

Neste aparelho, José Olímpio e Luís Porto, ginastas do União, ficaram em quarto (13.133) e quinto (13.099), respectivamente, enquanto Juliano Oliva, outro unionista, finalizou em oitavo.
Nory campeão nos critérios de desempate
A última disputa do domingo foi a da barra fixa e o título foi definido nos critérios de desempate. Melhor para Arthur Nory (Pinheiros), que superou o colega de equipe Diogo Paes, após ambos terminarem com 13.933 na barra fixa.
O ouro foi definido para Nory, que teve dificuldade de 5.7 e 8.233 de execução contra 5.6 de dificuldade e os mesmos 8.233 de execução de Paes.
Patrick Corrêa, também do clube paulista, fez 13.66 e garantiu o bronze.


