
Apenas uma federação entre as que têm representantes na Série A tem um modelo de reeleição idêntico ao que propõe a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) caso seja aprovada mudança de estatuto. Só no Rio de Janeiro um presidente pode ficar no cargo para sempre. Em todas as demais, há um limite de mandatos.
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) permite reeleições ilimitadas. A mudança no estatuto ocorreu em 2024, que assinalou também mandatos com duração de quatro anos.
Nas demais federações da elite do futebol país, há limite. As federações de Minas Gerais, Bahia, Paraná, Santa Catarina e Pará permitem apenas uma reeleição ao mandato de quatro anos. A Paulista admite até três reeleições, totalizando 16 anos de presidência.
Entre as confederações e associações internacionais, também há uma limitação. A CBF permite duas reeleições aos mandatos de quatro anos, totalizando 12 de poder. É o mesmo modelo adotado pela Fifa, com um mandato e mais duas reeleições.
A FGF apresentou a proposta de mudança de estatuto na última sexta-feira (7). A votação ocorrerá na Assembleia Geral, marcada para 25 de agosto em Porto Alegre.
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