
A abertura da temporada 2026 do STU National, o circuito brasileiro de skate, que começa nesta semana em Porto Alegre, o trecho 3 da Orla do Guaíba, terá a presença dos atuais campeões da modalidade Street, o paulista Gabryel Aguilar e a baiana Maria Almeida, e da modalidade Park, o catarinense Pedro Carvalho e a paulistana Helena Laurino.
— Realmente, foi um ano (2025) muito bom pra mim, me dediquei bastante, e espero dar sequência agora. Chego a Porto Alegre energizado depois de um Mundial em São Paulo que teve um nível altíssimo. Não será diferente no nosso circuito, que conta sempre com grandes nomes. A pista de Street no Guaíba é uma das mais longas que temos, mas nos dá muitas possibilidades de manobras — projeta Gabryel, 13º no Mundial.
Maria Almeida luta pelo bi

Vencedora das competições em Criciúma e Brasília em 2025, Maria Almeida inicia luta pelo segundo título.
— Como disse assim que fui campeã, fiquei em choque, sem acreditar. Ainda mais porque, na final, estava com o joelho bem dolorido. Mas me concentrei no que tinha que fazer e acertei logo minha primeira linha. Espero que dê tudo certo neste ano novamente. E é muito legal começarmos mais uma vez por Porto Alegre, que tem uma torcida apaixonada pelo skate — afirma a baiana.
Mais jovem skatista campeã brasileira no Park, Helena Laurino sonha com Jogos Olímpicos

No Park, aos 13 anos, Helena Laurino tornou-se a mais jovem skatista a ser campeã brasileira na modalidade.
— O ano passado foi bem competitivo, fui bem em todas as etapas. E justamente na última, em que fui campeã da temporada, foi a única em que não consegui fazer pódio. Era um sonho que tinha desde pequenininha, quando comecei a andar aos 6 anos, e espero evoluir ainda mais neste ano — afirma Helena, que venceu as etapas de Florianópolis e Curitiba no ano passado e segue seu sonho de disputar os Jogos Olímpicos.
Campeão no Park masculino, Pedro Carvalho acredita que a competição é uma das mais fortes do mundo.
— Só tenho a agradecer ao STU por nos proporcionar um circuito tão bom e tão bem organizado, de um nível muito alto. Não à toa temos sempre nomes nas finais dos principais campeonatos do mundo — analisa o catarinense.


