
O Flamengo enfrentará o PSG, nesta quarta-feira (17), na final do Copa Intercontinental, em Al Rayyan, no Catar. Será a segunda decisão de um torneio com status de mundial para o time francês neste ano.
A final perdida da Copa do Mundo de Clubes com goleada de 3 a 0 para o Chelsea pode ser um exemplo para Filipe Luís superar Luis Enrique. Zero hora mostra quais foram os três pilares para o triunfo inglês na decisão disputada nos Estados Unidos, em julho.
Pressão alta
Pressionar alto e não permitir uma saída limpa do PSG foi determinante para o sucesso do time inglês. O técnico Enzo Maresca reforçou em sua entrevista após o título que vê como fundamental para vencer o Paris fazer a marcação desde a saída de bola.
— Contra o PSG, se você não marca alto fica difícil. É uma equipe que, com tempo, sempre complica o jogo — ressaltou.
Marcação individual
Dentro da ideia de pressionar alto, o Chelsea adotou marcação individual no trio de meio-campo do PSG. Assim, cada meio-campista da equipe inglesa tinha a missão de colar e perseguir um rival do meio francês. A estratégia foi determinante para conter, principalmente, Vitinha, o homem que ditou ritmo na campanha do título da Champions do PSG.
Bolas longas e falso ponta
Depois de marcar era preciso atacar o PSG. A forma que o Chelsea adotou para isso foi com bolas longas, uma fórmula para não cair na armadilha da marcação alta de Luis Enrique.
Após a bola chegar ao ataque, a dinâmica que causou confusão na marcação francesa partiu pela movimentação de Cole Palmer. O meia-atacante inglês partiu do lado direito, mas fazia diagonais para dentro conseguindo levar vantagem sobre Nuno Mendes para encontrar espaços na entrelinha.
Palmer fez os dois primeiros gols da goleada em jogadas parecidas, fazendo esse movimento.
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