
Eles cometeram crimes, estão presos. Ainda assim, estão livres para praticar esportes. Por lei, o Estado é obrigado a propiciar atividades físicas dentro das penitenciárias.
Para retratar a realidade no Rio Grande do Sul, Zero Hora entrou em duas cadeias do Interior e em uma unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo na Capital (Fase), que abriga adolescentes infratores.
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Nas visitas, a reportagem deparou com a precariedade crônica do sistema prisional gaúcho. Mas em meio às mazelas, uma fonte de esperança está bem preservada: o esporte. E se traduz em histórias ligadas a diversas modalidades: futebol, futsal, tênis, tênis de mesa, vôlei, basquete...
Segundo o governo, há espaço esportivo em todas as casas prisionais do Rio Grande do Sul. Numa dessas quadras, uma copa de futebol distribui refrigerante e erva-mate como premiação aos finalistas. Em outro presídio, atividade física vale a chance de ganhar a liberdade antes do previsto.
No Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Padre Cacique, uma dupla de mesatenistas ganhou liberação da Justiça para participar de um torneio.
E, longe das grades, encontramos um ex-detento que encontrou no boxe um meio se reinserir à sociedade.
Desta quarta-feira (8) até sábado (11), Zero Hora conta histórias surpreendentes, ilustradas pelo olhar de quem acredita no esporte como fator determinante para a saúde física e mental.

