O tempo no calendário pode ditar o ritmo da vida, mas há quem prefira não se deixar conduzir por ele. Para muitos, envelhecer é seguir em movimento, somando quilômetros, vencendo morros, dedicando-se ao tatame ou levantando pesos.
No Dia do Idoso, celebrado em 1º de outubro, a Zero Hora abre espaço para histórias que provam que a idade não é barreira. Pelo contrário: pode ser a chance de redescobrir o corpo, a mente e os próprios limites.
Abaixo, os links para as reportagens.

Aos 80 anos, o médico Sergio Portugal Gomes corre, pedala e levanta pesos como parte de uma rotina em que o equilíbrio é tudo.

Aos 64, Shirley Reus se aventura nas ultramaratonas e aprendeu que correr longas distâncias é também um mergulho em si mesma.

Já Vilson da Silva, 63, transformou a bicicleta em extensão do corpo e segue competindo com a garra de um jovem.

No tatame, Sergio Luiz da Silva, o Serjão, 67, prova que nunca é tarde para o jiu-jitsu, e que disciplina e serenidade podem ser aprendidas entre golpes e abraços de luta.
