
Cloudbreak, em Fiji, fará o mundo conhecer o campeão mundial de surfe da temporada de 2025. A partir do dia 27 de agosto estará aberta a janela de campeonato do WSL Finals deste ano, com dois brasileiros buscando o título.
O Brasil será representado por Yago Dora, líder do ranking, e por Italo Ferreira, campeão mundial em 2019.
Desde 2021, o Finals é realizado no formato mata-mata, com os cinco melhores surfistas dos rankings masculino e feminino. Na primeira rodada, o quarto colocado enfrenta o quinto. Quem passar do confronto pega o terceiro e, assim, até chegar à bateria contra o líder (este ano, Yago Dora).
Como se disputa a final?
Apenas a grande final é disputada numa possível melhor de três. Caso o líder do ranking vença a primeira bateria, ele já será o campeão. Se o desafiante vencer, a decisão só termina quando alguém vencer duas baterias.
— A perspectiva do Ítalo e do Yago são fenomenais para eles serem campeões mundiais. Um ou outro, acredito que é all-in, na minha opinião, neles. O Yago tem vantagem por ser o lycra amarela (primeiro do ranking) e chegar ali dependendo só de uma bateria. Mas a perspectiva das ondas de Cloudbreak encaixam perfeitamente tanto para o surfe do dele quanto do Ítalo, independentemente do tamanho. Se for pequeno, acho que fica até melhor para eles, porque eles são os melhores hoje nas manobras acrobáticas. Então, a perspectiva é de que o Brasil, na minha opinião, vai ter mais um campeão mundial — analisa Renan Rocha, comentarista de surfe na Espn.
De 2014 para cá, o Brasil não venceu o título mundial masculino em apenas três oportunidades. Desde então, Gabriel Medina (três vezes), Filipe Toledo (duas vezes), Adriano de Souza e Italo Ferreira levantaram o troféu.
Os participantes do WSL Finals
Masculino
- Yago Dora (Brasil)
- Jordy Smith (África do Sul)
- Griffin Colapinto (EUA)
- Jack Robinson (AUS)
- Italo Ferreira (Brasil)
Feminino
- Molly Picklum (Austrália)
- Gabriela Bryan (HAV)
- Caitlin Simmers (EUA)
- Caroline Marks (EUA)
- Bettylou Sakura Johnson (Havaí)
Os confrontos do WSL Finals
1ª rodada
Caroline Marks (4ª) x Bettylou Sakura Johnson (5º)
Jack Robinson (4º) x Italo Ferreira (5º)
2ª rodada
Caitlin Simmers (3ª) x vencedora da 1ª rodada
Griffin Colapinto (3º) x vencedor da 1ª rodada
3ª rodada
Gabriela Bryan (2ª) x vencedora da 2ª rodada
Jordy Smith (2º) x vencedor da 2ª rodada
Finais (melhor de três baterias)
Molly Picklum (1ª) x vencedora da 3ª rodada
Yago Dora (1º) x vencedor da 3ª rodada




