
Adversário do Fluminense na partida das 16h, que abre as quartas de final do Mundial de Clubes, o Al-Hilal tem uma série de jogadores que fazem ou fizeram parte de suas seleções nacionais.
Atletas com mercado europeu, por exemplo, mas que optaram por uma nova vida mergulhados nos petrodólares. A seguir, veja alguns dos nomes que Renato Portaluppi precisa ter atenção especial.
Bounou

Canadense de nascimento, marroquino por herança dos pais, o goleiro é um dos melhores do Mundial. Assim como já tinha sido na Copa do Mundo de Seleções em 2022.
Depois de começar a vida no Wydad de Casablanca, fez carreira na Espanha. Jogou no Atlético de Madrid, no Zaragoza, no Girona e no Sevilla antes de se transferir para o Al-Hilal. Tem 34 anos.
João Cancelo

O português de 31 anos deixou o Barcelona para se juntar ao Al-Hilal. Antes, seus times foram, simplesmente, Bayern de Munique, Manchester City, Inter de Milão, Juventus, Valencia e Benfica. Tem 60 partidas pela da seleção de seu país.
Koulibaly

Com 1m96cm de pura imposição física, o zagueiro senegalês de 34 anos está desde 2023 no Al-Hilal vindo do Chelsea, em que passou duas temporadas. Mas os torcedores mais nostálgicos do vigoroso defensor são os do Napoli. Koulibaly ficou oito anos no sul da Itália. No Mundial, marcou o gol do 3 a 2 sobre o Manchester City, na partida que terminou 4 a 3.
Renan Lodi

Lateral-esquerdo brasileiro de 27 anos, começou a vida no Athletico-PR, entre 2016 e 2019. De lá, saiu para o Atlético de Madrid, ficando quatro anos e somando mais de 100 presenças sob comando de Simeone. Passou por Nottingham Forest e Olympique de Marselha antes da transferência para a Arábia Saudita, no ano passado. Foi convocado para a Seleção, mas perdeu espaço após a Copa América de 2021.
Ruben Neves

Volante de 27 anos, o português começou a vida no futebol jogando pelo Porto quando ainda era criança. Em 2017, deixou seu país para tentar a sorte na Inglaterra. Foram seis anos no Wolverhampton até se transferir para o Al-Hilal. É figura frequente na seleção.
Sergej Milinkovic-Savic

Nascido na Espanha, onde morava sua família (à época, seu pai era jogador do Lleida), é sérvio por herança — seu irmão, Vanja, goleiro do Torino, nasceu na Sérvia. Aos 30 anos, é o craque do meio-campo, dono de uma técnica superior e muita consciência tática. Sua maior experiência foi na Itália, com mais de 300 jogos pela Lazio. Está desde 2023 no Al-Hilal.
Malcom

Promessa da base corintiana, saiu muito cedo do Brasil (tinha recém 18 anos) para o Bordeaux. De lá, foi para o Barcelona, em que ficou uma temporada. Os milhões do Zenit o seduziram e foi para a Rússia. Em seu último ano por lá, participou de 32 gols em 33 jogos. Está desde 2023 no Al-Hilal. Pela Seleção, sua maior atuação foi na final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, quando fez o gol do título sobre a Espanha, na prorrogação.
Marcos Leonardo

Menino da Vila, estreou pelo time principal do Santos aos 17 anos, em 2020. Foram mais de 50 gols com a camisa do clube paulista. Foi para o Benfica, mas ficou apenas uma temporada e meia, saindo para o Al-Hilal. No Mundial de Clubes, a apoteose foi contra o Manchester City, com dois gols, o último nos instantes finais da prorrogação.
Simone Inzaghi

Atacante de menos sucesso do que seu irmão, Filippo, tornou-se um treinador de enorme prestígio na Europa. Antes do Al-Hilal, trabalhou na Lazio e na Inter de Milão. Foi campeão de todas as competições possíveis em seu país natal.


