
O Al Hilal chamou a atenção na última segunda-feira (30), quando eliminou o Manchester City nas oitavas de final do Mundial de Clubes. A vitória por 4 a 3, na prorrogação, credenciou o time para enfrentar o Fluminense na próxima fase.
O avanço também chamou a atenção para a história do Al Hilal. Fundado em 16 de outubro de 1957, por Abdul Rahman bin Saeed, o clube saudita não demorou muito para começar a empilhar títulos e destacar-se no cenário nacional.
O primeiro troféu veio em 1961: a Taça do Rei. Depois, em 1963/64, conquistou a Taça do Príncipe Herdeiro. E, em 1976/77, tornou-se uma potência ao faturar o título da Saudi Pro League.
Ao longo de sua história, também ganhou: Copa do Rei, Campeonato Asiático de Clubes, Taça dos Vencedores das Copas da Ásia, SuperTaça Asiática etc. Ao todo, são cerca de 70 troféus oficiais, que o tornam o clube mais vencedor da Ásia.
Mundial de Clubes
Em 2021, o Al Hilal conquistou sua quarta Liga dos Campões da AFC. Por conta disso, garantiu sua vaga no Mundial de Clubes de 2025.
A equipe já havia disputado a competição em três oportunidades, e o melhor resultado foi em 2022, quando chegou à final, mas perdeu para o Real Madrid, por 5 a 3. À época, o Al Hilal eliminou o Flamengo nas semifinais.
Ídolos e craques
O meia Youssef Al-Thunayan, o atacante Sami Al-Jaber e o goleiro Mohamed Al-Deayea, todos sauditas, são considerados os maiores ídolos do Al Hilal. Ambos conquistaram títulos importantes e fizeram história com a camisa do clube.
Recentemente, uma contratação que chamou a atenção foi a de Neymar: a mais cara de um clube asiático na história (100 milhões de euros). O atacante brasileiro, porém, despediu-se do Al Hilal neste ano, para transferir-se ao Santos.
O elenco atual ainda conta com outros brasileiros. Marcos Leonardo e Malcom são os destaques e chegaram a balançar as redes no duelo contra o City.

