
Já fiz várias vezes o trajeto de 10 a 15 minutos de ônibus do terminal rodoviário de Nova York, na ilha de Manhattan, até o MetLife Stadium, em East Rutherford. Várias vezes quando vou ao totem comprar o meu ticket, aparece um indivíduo querendo me auxiliar na operação. A intenção é criar uma "obrigação moral" de dar uma gorjeta ao "ajudante". Mas, como já estou acostumado a comprar o ticket, sempre agradeço educadamente e dispenso a "ajuda".
Aderi ao guarda-chuva
Confesso que quando vi vários colegas debaixo de guarda-sóis nas posições de transmissão do MetLife antes de Fluminense x Chelsea, achei exagero. No entanto, após torrar no sol na primeira semifinal, aderi à estratégia. Em PSG x Real Madrid transmiti o jogo debaixo do meu guarda-chuva, excepcionalmente convertido em guarda-sol. Foi muito mais confortável e não precisei esconder os meus equipamentos embaixo da bancada por conta do forte calor de 35 graus.
A farra do transporte informal

Após os jogos no MetLife, é comum os torcedores e os jornalistas serem abordados por motoristas oferecendo transporte aos hotéis por um valor a ser combinado entre as partes. Ocorre que não há pontos de táxi no local, e os aplicativos costumam ter tarifas dinâmicas. Por isso, alguns indivíduos aproveitam para ganhar um dinheiro extra conduzindo o público do jogo de volta às suas bases.
Falta de educação

Após grandes jogos, fica evidente a falta de educação de vários torcedores. Depois da vitória do PSG sobre o Real Madrid, o estacionamento do shopping situado ao lado do MetLife ficou cheio de lixo no chão.



