
Porto Alegre receberá a 40ª edição da Maratona Internacional no próximo dia 8 de junho. Depois da edição do ano passado ser adiada para setembro em virtude da enchente que afetou o estado em maio, a prova volta a ser realizada em junho.
O clima ameno deve favorecer os corredores a atingirem seus recordes pessoais e, quem sabe, a baterem as melhores marcas da maratona na história da cidade.
As provas, masculinas e femininas, têm recordes que já perduram há algum tempo.
O recorde entre as mulheres persiste desde 2013, quando a queniana Ednah Mukhwana completou a prova em 2h32m41s. A africana, cinco anos depois, fez sua melhor marca na prova, quando correu para 2h30min24s em Zhengzhou, na China.
Já o melhor tempo no masculino é de Luís Carlos da Silva, que em 1994 fez em 2h12m59. O "Atalaia", como é conhecido, também foi campeão da prova em 1993.
— Eu nunca vou esquecer daquele dia. Em 1994, estava muito bem preparado. Estava correndo entre 230 e 240km semanais. Foi uma das melhores fases da minha vida. Estava confiante, apesar dos concorrentes. Puxamos o pelotão do começo ao fim — disse, em entrevista à Zero Hora, no ano passado.
Silva, inclusive, foi convidado pela organização em 2024 para estar no dia da prova e foi um dos homenageados na ocasião.
O ugandense Maxwell Rotich venceu a maratona no ano passado, quando completou a prova em 2h18min55s, a 5min56s do recorde. A queniana Vivian Kiplagati foi quem saiu com o título entre as mulheres. Ela fez os 42,195km em 2h42min57s.


