
O técnico Paulo Pezzolano tem uma prioridade específica nos treinos do Inter nesta semana de preparação para o jogo de sábado (19), contra o São Paulo: corrigir os erros na bola aérea defensiva.
Afinal, o Colorado foi vazado neste tipo de jogada nos últimos quatro jogos, algo que preocupa a comissão técnica.
O problema vira um ponto de atenção especialmente pela força do São Paulo neste fundamento: dos 31 gols feitos pelo time paulista no Brasileirão, oito foram de cabeça, ou 25% do total.
Além disso, os são-paulinos têm dois dos melhores cabeceadores do Brasil: Luciano e Calleri, que marcaram três gols de cabeça, cada, na competição, somando-se aos zagueiros Sabino e Arboleda, também eficientes pelo alto.
Os motivos da preocupação do Inter
Grêmio 3x1 Inter
Na derrota por 3 a 1 no Gre-Nal da Arena, que marcou a eliminação na Copa do Brasil, o Inter sofreu um gol em uma cobrança de escanteio. Na ocasião, Carlos Vinícius arrematou para o gol de voleio após dois desvios de cabeça.
Já nos jogos seguintes, chamou atenção que todos os gols sofridos de bola aérea surgiram a partir de cruzamentos do lado esquerdo defensivo colorado.
Bahia 3x2 Inter
Na derrota por 3 a 2 para o Bahia, por exemplo, Erick Pulga chutou de voleio para o gol após cruzamento vindo daquele setor.
Inter 2x3 Inter
Por sua vez, na derrota por 3 a 2 para o Santos, em casa, na rodada seguinte, o filme se repetiu, e Oliva subiu em meio aos zagueiros e completou de cabeça para o gol.
Inter 2x1 Chapecoense
Por fim, na vitória por 2 a 1 sobre a Chapecoense, no último sábado (12), o gol do time catarinense, anotado por Garcez, subiu mais alto que a zaga colorada e cabeceou para a rede, também após cruzamento do lado esquerdo defensivo colorado.
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