
O Inter mantém contato com instituições financeiras em busca de recursos para quitar débitos com os jogadores, que totalizam dois meses de direitos de imagem atrasados.
Conforme apurado por Zero Hora, um dos bancos procurados pelo Inter foi o BTG Pactual, que é sócio da Andrade Gutierrez na gestão da Brio, empresa responsável pela administração dos estacionamentos e das áreas de entretenimento do Beira-Rio.
O BTG está em tratativas para adquirir a totalidade da operação da Brio, que abrange apenas um escopo limitado de áreas, uma vez que a operação de jogos e a gestão das bilheterias são 100% responsabilidade do Inter.
As conversas estão em andamento não só com o BTG, mas também com outros bancos, sem que um acordo tenha sido alinhavado até agora.
A direção trabalha para quitar ao menos uma parte da dívida com o grupo antes do Gre-Nal de quinta (3), mas ainda não há uma garantia de que isso ocorrerá e nem um prazo definido.
Venda de Carbonero?
Existem ainda pelo menos outras duas possibilidades de receita, mas que dependem de outras variáveis.
Recentemente, o atacante Carbonero recebeu sondagem do Krasnodar-RUS, embora nenhuma proposta tenha chegado ao clube até agora.
Caso ocorra uma oferta minimamente vantajosa, a tendência é de que a negociação seja sacramentada, devido à necessidade financeira do clube. Porém, isso precisa ocorrer até o dia 10 de setembro, quando fecha a janela de transferências na Rússia.
E se passar na Copa do Brasil?
A outra possibilidade de receita é a premiação pela classificação à semifinal da Copa do Brasil, caso o Inter elimine o Grêmio nesta quinta (3), pelas quartas. Neste cenário, o clube arrecadaria R$ 9 milhões.
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