O protesto dos torcedores do Inter nesta quarta-feira (9) foi o último até o jogo contra a Chapecoense, no sábado (12). Isso porque o grupo de lideranças de organizadas foi atendido em seu desejo de conversar com jogadores, comissão técnica e dirigentes. O encontro ocorreu no CT Parque Gigante e contou com a presença até de atletas lesionados, como Rochet.
O diretor técnico Abel Braga, o executivo Fabinho Soldado e o técnico Paulo Pezzolano recepcionaram os torcedores, entre eles líderes de três organizadas: Popular, Camisa 12 e Nação Independente. Nenhum dirigente político apareceu. A torcida queria atletas e foi surpreendida por não terem ido só os capitães ou os atletas menos queimados. Todos os jogadores apareceram.
Os torcedores fizeram o que consideraram ser um "desabafo". Eles cobraram soluções para sair da crise e escapar do rebaixamento. Fizeram cobranças, perguntaram se alguém não gostaria de estar no Inter e pediram para ouvir algum jogador.
Foi Alan Patrick quem tomou a palavra. O capitão deu razão ao protesto prometeu aos torcedores que teriam ainda mais empenho nas próximas rodadas. Em troca, a torcida prometeu apoio em Chapecó.
— Nossa intenção não era destruir nada, nem cobrar os resultados passados. Queremos é dar um jeito de sair do Z-4. Agora vamos juntos e depois cada um segue seu caminho — explicou Leonardo Paim, o Buchecha, vice-presidente da Nação Independente.
Não haverá mais protesto de torcedores em frente ao CT ao menos até sexta, quando a delegação parte para Chapecó. A partida contra a Chapecoense está marcada para 17h de sábado, na Arena Condá. Mesmo que vença, o Inter não sairá do Z-4, mas poderá chegar à mesma pontuação dos primeiros times fora da zona de rebaixamento.
📩 Receba as principais notícias do Inter direto no seu e-mail. Clique aqui e inscreva-se na newsletter do Colorado.
