
O rendimento de Alan Patrick fez a direção do Inter ligar o alerta e monitorar o mercado em busca de um novo camisa 10. Líder de vestiário, o meia perdeu espaço nos últimos meses e, por ter um custo alto e contrato longo, a diretoria estuda opções para uma eventual reposição.
Aos 35 anos, o meia virou reserva e, em partidas recentes, sequer saiu do banco. O articulador não entrega a intensidade exigida pelo modelo de jogo do técnico Paulo Pezzolano. Nesta temporada, o jogador soma 23 partidas e cinco gols marcados.
O cenário atual contrasta com o passado recente, quando o meia era titular absoluto. Inclusive, mesmo sob o risco de rebaixamento em 2025, ele renovou o vínculo até dezembro de 2027 com direito a aumento salarial.
O cálculo feito nos bastidores do Beira-Rio é simples: uma liberação de Alan Patrick aliviaria a folha salarial e abriria espaço para um atleta com maior minutagem e encaixe tático.
Um dos nomes no radar é Calebe. Vinculado ao Fortaleza e com passagem recente pelo Alavés, da Espanha, o jogador revelado pelo Atlético-MG é visto como um meia versátil, capaz de atuar em diversas funções do setor, e não apenas centralizado. Existem tratativas em andamento, mas a vinda do atleta não seria para repor a vaga de Alan Patrick.
Segundo apurou GZH, o Inter buscou informações sobre outros nomes para o setor, mas esbarra em limites financeiros que podem travar o planejamento. A janela de transferências segue aberta até o dia 11 de setembro.



