
O elenco do Inter para o segundo semestre promete ser diferente do que encerrou o primeiro. Entre chegadas e saídas, Paulo Pezzolano espera a definição das peças que terá à disposição para a disputa do Brasileirão e da Copa do Brasil. Ao mesmo tempo, a direção colorada aguarda o mercado aquecer para avançar em negociações que estão em andamento.
A leitura dos dirigentes é de que o fato das principais janelas de transferências estarem fechadas acaba travando negócios e também impede que propostas cheguem, por mais que seja permitido já adiantar tratativas. Alguns mercados abrem na ainda em junho e outros durante o mês de julho (confira as datas abaixo). Em ano de Copa, o mundial também influencia nos movimentos globais.
A explicação citada por uma fonte colorada é de que um clube pode avançar em uma tratativa por um atleta, mas o jogador, por outro lado, sabe que uma oferta melhor pode surgir ali na frente. Um segundo time, por exemplo, pode vender uma peça e assim surgir a necessidade de reposição, buscando o nome pretendido pelo primeiro.
Para as saídas, a lógica é a mesma. Muitas equipes ainda não precisam de um centroavante, por exemplo. Mas, quando o mercado aquecer, uma boa proposta pelo camisa 9 pode surgir, o clube vender e aí surgir a urgência de contratar.
Até o momento, o Inter afirma não ter recebido propostas oficias pelos seus jogadores. Por mais que o desejo seja de segurá-los para não perder competitividade, a direção admite que precisa vender. A meta orçamentária prevê uma arrecadação de R$ 200 milhões com saídas.
Publicamente, o Colorado afirma ter negociações por chegadas, sem revelar nomes e posições. A prioridade é trazer um zagueiro titular, mas o clube pode buscar outras peças a depender das saídas, com Rochet e Borré como exemplos.
Datas de abertura das principais janelas:
- Inglaterra: 15/6
- Itália: 29/6
- Alemanha: 1º/7
- Espanha: 1º/7
- França: 1º/7
- Portugal: 1º/7
- México: 2/7
- Estados Unidos: 13/7
- Brasil: 20/7
- Arábia Saudita: 22/7





