
Nos bastidores do Beira-Rio, a próxima janela já está em construção. O Inter trabalha com uma lógica de ajustes pontuais, guiada por Paulo Pezzolano e alinhada diariamente com o executivo Fabinho Soldado, que já revelou a existência de “alvos mapeados” e negociações em andamento para suprir as carências do elenco.
A principal urgência segue concentrada na defesa. O clube busca um zagueiro para ser titular, carência já reconhecida pelo próprio treinador. A avaliação interna aponta que o time tende a repetir oscilações vistas ao longo da temporada.
Ainda na defesa, goleiro aparece como prioridade. A possível saída de Rochet abre chance para um olhar mais atento ao mercado.
Na sequência, o foco se desloca para o setor ofensivo. A comissão técnica entende que faltam atacantes capazes de desequilibrar.
Saídas e depois chegadas
Rejuvenescer o meio-campo também está entre as prioridades. O clube reconhece as qualidades de Bruno Henrique, mas sabe que não entrega a intensidade necessária.
Internamente, o clube também mira um centroavante mais decisivo, capaz de converter o volume em gols em partidas de maior exigência.
Mas tudo isso vai depender da janela de saída. O Inter precisa vender para poder comprar. Caso contrário, os negócios serão em oportunidades que envolvam pouco investimento.




