
Artilheiro, camisa 10 e faixa. Essa era a importância de Alan Patrick no Inter na temporada passada. Neste ano, os números do meia caíram, com só quatro gols, sendo três de pênaltis, e duas assistências. Assim, o técnico Paulo Pezzolano adotou uma nova estratégia: titular no Beira-Rio e alternativa fora de casa.
O treinador, na arrancada recente, fixou Alan Patrick como reserva nas partidas de visitante. Ele não saiu do banco nas vitórias diante do Santos e Corinthians, em São Paulo, pelo esquema tático. A aposta é num time com maior poder de marcação e transição veloz.
Contra Chapecoense, São Paulo e no Gre-Nal 452, em casa, Alan Patrick começou como titular. Pezzolano quer resgatar o alto nível do meia:
— Ele é o nosso 10, nosso capitão. É o melhor jogador que temos, uma qualidade tremenda. Futebol é momento, ele sabe e vai começar a fazer a diferença como ele fazia. Estou tranquilo com isso. Não é por ele, porque no princípio ele jogava e também tínhamos muita intensidade. É todo o time, é tudo o que eu estou tentando arrumar. É um problema meu, não é de jogador.
Na temporada passada, Alan Patrick, em 50 partidas, teve 34 participações em gols, com 21 gols e 13 assistências. Para retomar um patamar parecido, Pezzolano pretende extrair o melhor do meia em partidas no Beira-Rio.
Fora de casa, com linhas mais baixas, a opção deve ser em utilizá-lo ao final dos jogos para retenção da posse de bola quando o placar for favorável.


