
Mesmo sem apresentar um bom futebol, o Inter não sofreu, venceu a Chapecoense por 2 a 0 e acima de tudo saiu do incômodo Z-4 do Brasileirão na noite de domingo (22), no Beira-Rio.
A vitória colorada foi construída ainda no primeiro tempo, após cabeçada de Mercado, aos 28 minutos. Tão logo iniciado o segundo tempo, a vantagem foi ampliada em pênalti convertido por Alan Patrick, aos quatro minutos.
A seguir, confira três motivos para a vitória colorada no Beira-Rio.
Defesa não vazada

Passados 29 dias, o Inter voltou a passar um jogo sem sofrer gols. A última vez que isso havia ocorrido foi na goleada sobre o Ypiranga, 4 a 0, na semifinal do Gauchão, em 21 de fevereiro.
O sistema defensivo foi determinante na vitória sobre a Chape no último domingo. A organização da dupla Mercado-Torres, aliada a composição de Bruno Gomes e Matheus Bahia com boa ocupação de espaços e alto índice de segurança nos duelos, neutralizou as poucas investidas da frágil equipe catarinense.
Dupla de volantes em sintonia

Villagra e Bruno Henrique voltaram a ser peças importantes no meio-campo colorado, repetindo o bom nível apresentado na vitória sobre o Santos na última quarta-feira (18). O camisa 5 teve atuação mais consistente, ajudando a dar ritmo ao time de Pezzolano, protegendo a defesa e sendo eficiente na circulação da bola.
Enquanto o experiente camisa 8 alternou bons momentos de intensidade e chegada ao ataque com um chute muito perigoso, que por poucos centímetros não abriu o placar. Juntos, contribuíram para o controle do setor central e para o equilíbrio da equipe.
Jogadores preservados

Mercado, Alan Patrick, Carbonero e Borré mostraram claramente os efeitos de estarem em melhores condições físicas após serem preservados contra o Peixe. O zagueiro argentino foi seguro na defesa e decisivo no ataque ao abrir o placar.
Já o camisa 10 e faixa colorado comandou o time com inteligência, deu tranquilidade na condução do jogo e coroou a atuação com o gol de pênalti.
Já a dupla de colombianos foi importante na dinâmica ofensiva, abrindo espaços e participando da construção das jogadas. O camisa 19, especialmente, teve mais uma vez uma atuação de muita entrega, incomodando a defesa adversária e sofrendo o pênalti que encaminhou a vitória. O quarteto descansado deu mais intensidade, controle e maturidade ao Inter ao longo da partida.
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