
O Inter tem uma dura missão no Gre-Nal deste domingo (8). Depois de ser goleado no jogo de ida da final do Gauchão, o Colorado precisa vencer o Grêmio por três gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis. Quatro, se quiser garantir o título dentro dos 90 minutos.
O cenário não é bom, mas quem conhece o clássico Gre-Nal sabe que nada está decidido até que o apito final soe. É nisso que se apega a torcida para manter o ânimo até as 18h de domingo.
Zero Hora convidou dois colorados ilustres para contar suas expectativas para o Gre-Nal 451 e por que acreditam na virada. Confira:
Neto Fagundes
Domingão difícil para os colorados. Mas a gente sabe que um jogo de futebol, em poucos minutos, pode ter algo que transforme o estádio do time que está jogando em casa numa revolução, num momento épico. E é isso que a gente torce para que aconteça nesse domingo. Vai ser muito difícil, é um Gre-Nal muito complicado, mas eu espero que o Inter entenda a força que tem no Beira-Rio e que jogue com muita garra para tentar um resultado histórico para a torcida colorada.
Thedy Corrêa
No futebol tudo é possível. A gente sabe que uma bagagem tão larga como essa de três gols é muito difícil de tirar, mas as coisas são imprevisíveis. Uma expulsão no início de um jogo ou um gol feito cedo mudam completamente o panorama da partida. É difícil prever, e quando se trata de um clássico é mais difícil ainda. Não existe nunca um favorito justamente por isso. Creio que o primeiro jogo teve várias situações polêmicas que poderiam ter sido revistas inclusive dentro do campo e que poderiam ter impactado o placar. Meu medo maior é que isso se repita e que, mesmo com esforço do time e a capacidade de virar o jogo, alguma situação "polêmica" possa novamente vir a influenciar de forma decisiva o andamento da partida.
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