
Setembro terminou para o Inter com apenas um ponto somado. Foram três partidas no mês com derrotas para Grêmio e Palmeiras, e empate com o Juventude. O desempenho distanciou os colorados da parte de cima da tabela e os aproximou da parte de baixo.
O time agora comandado por Ramón Díaz é o 15º colocado, com 28 pontos. São seis de distância para a zona de rebaixamento e 12 para a o G-6. A proximidade com o Z-4, torna o distanciamento das últimas posições como a primeira meta.
O primeiro morador da parte mais ingrata da tabela do Brasileirão é o Juventude, com 22 pontos. O clube caxiense tem 30,6% de aproveitamento. No atual cenário, o time da Serra chegaria ao fim do Brasileirão com 35 pontos, uma pontuação mais baixa do que a média histórica. Faltam oito pontos para o Inter atingir a marca. Um aproveitamento de 19%.
Especializado em cálculos futebolísticos, o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) indica uma probabilidade de 16,8% de o time colorado terminar o Brasileirão entre os rebaixados.
Chances de Libertadores
A situação é mais complexa quando o assunto é Libertadores. A última vaga, no momento, está com o Bahia, com 40 pontos e 55,6% de aproveitamento. Na projeção atual, o time de Rogerio Ceni terminaria o torneio com 63 pontos.
Para chegar aos 64 pontos e não depender de critérios de desempate, o Inter precisa somar 36 dos 42 pontos que tem a disputar. A necessidade é de 85,7% de aproveitamento. UFMG estima em 1,7% a probabilidade de o Inter fechar o Brasileirão entre os seis primeiros colocados.
Para uma vaga direta, a exigência é de ter uma sequência quase perfeita. O quarto colocado Mirassol tem 42 pontos e 58,3% de aproveitamento. No atual cenário, chegaria aos 66 pontos. Para atingir 67 pontos, o Inter tem de fazer 39 dos 42 pontos que tem a disputar, uma necessidade é de conquistar 92,8% dos pontos restantes.
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