
O Inter fecha as malas na Flórida e traz para Porto Alegre alguns temas de casa. Dentro e fora de campo. O jogo diante do Fluminense deixou claro que o time ainda repete erros de 2015.
Não creio que Rodrigo Dourado tenha o perfil para atuar como um volante pela direita no losango de Argel. No lado esquerdo, Anderson segue vivendo de arrancadas e fica no meio-termo entre um volante e um meia. Sua saída para a China, que ele disse ainda estar em negociação, pode ajudar Argel a encaixar o time.
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Quanto às questões de fora de campo, os bastidores do Inter esquentarão nos Estados Unidos. D'Alessandro se manifestou contra a realização da Primeira Liga. Alegou acúmulo de jogos no calendário e revelou torcer para que a competição naufrague. Colidiu com a posição institucional do seu clube, que até assinou nota oficial com o Grêmio defendendo a mobilização dos clubes e a Liga Sul-Minas-Rio.
O vice de futebol Carlos Pellegrini reagiu com firmeza. Mostrou a mão forte da direção e disse que D'Alessandro será cobrado. O histórico no Beira-Rio, porém, mostra que os atritos com D'Alessandro repercutem sempre de forma negativa. O capitão é um sujeito de opiniões fortes e as defende sem recuar. Criou-se um pequeno incêndio. E o ano nem começou.
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