
O jogo contra o São Paulo, neste sábado (8), vale para o Grêmio a saída da zona de rebaixamento do Brasileirão em caso de vitória. Porém, há uma preocupação no clube: o aspecto físico. Os paulistas chegam de “tanque cheio”, enquanto os gaúchos tiveram três partidas decisivas de mata-mata recentemente.
A última vez que o São Paulo entrou em campo foi pelo Brasileirão diante do Flamengo, no empate em 1 a 1, no Maracanã, em 26 de julho. Desde então, foram 14 dias exclusivos de preparação, já que o duelo com o Santos foi adiado e a equipe está fora da Copa do Brasil. Para manter o ritmo, Dorival Júnior fez um jogo-treino, no último sábado (1º), contra o Ituano, vencido por 4 a 0. Titulares foram preservados.
No mesmo período, o Grêmio teve três jogos eliminatórios, que elevam o desgaste físico e emocional: derrota para o Bolívar, na Arena, na Sul-Americana, e os embates, pela Copa do Brasil, com o Mirassol.
Desgaste
Naturalmente, após a classificação, os atletas gremistas acusaram desgaste. Villasanti, Noriega, Marlon e Amuzu são quatro dos que mais têm sinalizado fadiga. Tetê teve lesão muscular leve no quadril e será desfalque pelo segundo jogo seguido.
Castro admitiu a preocupação em coletiva. O resultado positivo colabora na recuperação:
— Quando tem uma tristeza, desilusão, fica mais difícil. Vitória faz com que a recuperação seja mais rápida. Mas temos a consciência de que é uma violência extrema jogar com dois dias entre os jogos. Vamos recuperar. Vai ser extremamente difícil — explicou o técnico português.
Em paralelo, o Grêmio mantém a rotina de verificação no CT sobre as condições, além do trabalho da comissão técnica na recuperação. Após o duelo diante do São Paulo, o calendário será aliviado, já que o próximo enfrentamento será diante do Atlético-MG, em Belo Horizonte, no dia 16 de agosto, com mais uma semana de recuperação.
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