
A participação do Grêmio no amistoso com o FC Cascavel, no dia 27 de junho, não tem relação com a antiga dívida por Bitello, vendido ao Dínamo de Moscou, da Rússia, em 2023. O clube paranaense cobra na Fifa e na CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas) cerca de R$ 8 milhões, valor referente a três ações diferentes. Nesta quarta-feira (3), a reportagem de Zero Hora confirmou que não há possibilidade de retorno do jogador ao Tricolor.
Caso não cumpra os pagamentos ao FC Cascavel, o Grêmio corre risco de sofrer um novo transferban imposto pela entidade máxima do futebol. O processo está na fase final, mas ainda há a possibilidade de recurso por parte do clube gaúcho na tentativa de, ao menos, estender o prazo.
Os paranaenses têm três ações em andamento referentes à transferência do atleta: a diferença do pagamento da primeira parcela, com multa e juros, além do valor total da segunda parcela, que não foi concluída. A terceira ação refere-se ao percentual a ser recebido pelo clube formador do atleta.
A partida amistosa entre Grêmio e FC Cascavel foi contratada por um empresário paulista e será realizada no Estádio Olímpico Regional, na cidade de Cascavel, no Paraná, em função da expressiva presença de gaúchos na região. Os dois clubes receberão cachê pela presença no jogo. No entanto, a arrecadação não será usada para abater a dívida relativa ao atleta.
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