
A busca por receitas é prioridade no Grêmio. Uma das formas de melhorar a saúde financeira do clube é a negociação do patrocínio máster. Após seis meses desde a posse da gestão de Odorico Roman, no entanto, a direção ainda não encontrou um parceiro para ocupar a área mais nobre da camisa.
Representante gremista na reunião convocada pela CBF em Nova York para debater a criação da liga de clubes nesta sexta-feira (12), Alex Leitão concedeu entrevista à Rádio Gaúcha e atualizou a situação do clube na busca por um patrocinador principal para o uniforme.
— Não é uma posição confortável. Não queria estar conversando hoje sem o patrocínio. Um terço dos clubes da Série A não possui (o máster). Existe muita oferta no mercado. Uma única indústria ocupa esse mercado. O Grêmio tem buscado novas receitas. Assinamos nove novos contratos de patrocínios, quatro no uniforme. Isso totaliza algo em torno de R$ 150 milhões ao longo dos contratos. Temos tido boas conversas. Não estamos parados — projetou o CEO gremista.
O dirigente explicou que o clube trabalha para minimizar a dificuldade financeira com a criação de outras receitas.
— Ao mesmo tempo que estamos conversando, temos procurado receitas e temos conversas paralelas. Tudo isso aconteceu em cinco meses. Não estamos confortáveis, mas dá um mínimo de tranquilidade. O máster corresponde a 5% da receita do clube. É importante, muito relevante, mas temos que contextualizar a situação que esta linha representa em um universo de receitas — disse.
Após o fim do acordo com a antiga patrocinadora, o clube trabalha para encontrar um novo parceiro. Algumas empresas negociam com a gestão de Odorico Roman, mas sem avanços significativos.
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